REPRESENTANDO O FOGÃO
Botafogo presente na Seleção Brasileira de Base; Comissão técnica é reforçada com Raphael Rocha e Ricardo Cunha

O Botafogo valoriza diariamente seus profissionais e a convocação para Seleção é o reconhecimento do trabalho realizado no Glorioso. Raphael Rocha e Ricardo Cunha foram convocados para o último período de treinamentos antes do Sul-Americano Sub-15 que acontece em outubro, na Bolívia. O torneio estava previsto para o último ano, porém foi adiado e passou a contar com atletas Sub-16.
Raphael Rocha foi chamado para desempenhar a preparação física dos atletas nascidos em 2008, função já realizada com maestria pelo profissional com a categoria Sub-20 do Botafogo. O preparador exaltou sua 10ª convocação e explicou um pouco do trabalho realizado com os atletas.
"É sempre uma honra servir à Seleção Brasileira, é o mais alto nível do futebol. Cada convocação é uma emoção e uma sensação diferente, aquele friozinho na barriga na véspera da apresentação e aquela emoção quando colocamos o uniforme. Estamos em um período preparatório para o Sul-Americano, estamos acompanhando essa geração (2008) desde o ano passado e é legal ver a evolução dos atletas. Alguns já estão performando na categoria Sub-17 e também na Sub-20. Como não estamos acompanhando diariamente o treinamento deles no clube, temos que ter um controle das cargas muito rígido e o trabalho multidisciplinar que acontece na comissão, o que facilita muito o nosso trabalho. A rotina de reuniões pré-treino e pós-treino é muito parecida com o que acontece aqui no Clube, o que é bom, pois vamos ao campo já sabendo do que vai acontecer no treino e intervir com os feedbacks específicos para orientar e estimular os atletas a ter a melhor performance. Isso também facilita a comunicação entre todos os departamentos e a informação circula entre todos da comissão técnica e assim todos falam a mesma linguagem", concluiu.

Ricardo Cunha foi convocado para exercer a função de analista de desempenho e falou do privilégio de servir à Seleção e da experiência adquirida neste período.
"É sempre como se fosse a primeira vez. Ter esse privilégio de representar o nosso pais é algo muito grandioso e de muita responsabilidade. Estivemos agora no segundo e último período de treinamentos antes do Sul-Americano da categoria. Foi um período muito proveitoso, onde foi perceptível o nível de amadurecimento dos atletas, pois alguns ja jogam no em categorias acima, como Sub-17 e Sub-20 nos seus respectivos clubes. Estar na casa do futebol brasileiro com profissionais de excelência, por se tratar de um trabalho multidisciplinar, te faz aproveitar cada momento, com cada profissional, para poder aprender e contribuir um pouco com cada departamento. Quando retornamos ao nosso Clube, a ideia é transmitir e compartilhar com os nossos profissionais o que vivenciamos no período, para juntos termos insights que corroborem com construção e desenvolvimento do que já está sendo aplicado no clube, sempre focado no desenvolvimento dos nossos atletas", afirmou.

Raphael Rocha foi chamado para desempenhar a preparação física dos atletas nascidos em 2008, função já realizada com maestria pelo profissional com a categoria Sub-20 do Botafogo. O preparador exaltou sua 10ª convocação e explicou um pouco do trabalho realizado com os atletas.
"É sempre uma honra servir à Seleção Brasileira, é o mais alto nível do futebol. Cada convocação é uma emoção e uma sensação diferente, aquele friozinho na barriga na véspera da apresentação e aquela emoção quando colocamos o uniforme. Estamos em um período preparatório para o Sul-Americano, estamos acompanhando essa geração (2008) desde o ano passado e é legal ver a evolução dos atletas. Alguns já estão performando na categoria Sub-17 e também na Sub-20. Como não estamos acompanhando diariamente o treinamento deles no clube, temos que ter um controle das cargas muito rígido e o trabalho multidisciplinar que acontece na comissão, o que facilita muito o nosso trabalho. A rotina de reuniões pré-treino e pós-treino é muito parecida com o que acontece aqui no Clube, o que é bom, pois vamos ao campo já sabendo do que vai acontecer no treino e intervir com os feedbacks específicos para orientar e estimular os atletas a ter a melhor performance. Isso também facilita a comunicação entre todos os departamentos e a informação circula entre todos da comissão técnica e assim todos falam a mesma linguagem", concluiu.

Ricardo Cunha foi convocado para exercer a função de analista de desempenho e falou do privilégio de servir à Seleção e da experiência adquirida neste período.
"É sempre como se fosse a primeira vez. Ter esse privilégio de representar o nosso pais é algo muito grandioso e de muita responsabilidade. Estivemos agora no segundo e último período de treinamentos antes do Sul-Americano da categoria. Foi um período muito proveitoso, onde foi perceptível o nível de amadurecimento dos atletas, pois alguns ja jogam no em categorias acima, como Sub-17 e Sub-20 nos seus respectivos clubes. Estar na casa do futebol brasileiro com profissionais de excelência, por se tratar de um trabalho multidisciplinar, te faz aproveitar cada momento, com cada profissional, para poder aprender e contribuir um pouco com cada departamento. Quando retornamos ao nosso Clube, a ideia é transmitir e compartilhar com os nossos profissionais o que vivenciamos no período, para juntos termos insights que corroborem com construção e desenvolvimento do que já está sendo aplicado no clube, sempre focado no desenvolvimento dos nossos atletas", afirmou.




