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Dava para ser melhor

Jair Ventura elogia time, mas lamenta chances desperdiçadas e baixas em derrota
Atualizado em 20-08-2017, 20h00

Não era o Botafogo titular, mas jogou de igual para jogou, dominou em diversos momentos e teve chances até para vencer. A derrota por 2 a 1 para a Ponte Preta, neste domingo, não deixou grandes cicatrizes, mas foi lamentada porque o time poderia ter somado mais três pontos no Campeonato Brasileiro.

Este é o pensamento do técnico Jair Ventura. Ele lamentou as chances desperdiçadas e as saídas de Leandrinho (problema muscular) e Fernandes (corte na cabeça), que atrapalharam o planejamento. Confira os principais trechos da entrevista:

ANÁLISE

- Tivemos o controle do jogo no primeiro tempo e não fomos cirúrgicos pra fazer o gol na pequena área, uma com o Leo (Valencia) e com o Brenner. Foi um jogo de duas equipes querendo. O jogo ficou aberto no segundo tempo. Perdemos para nós mesmo, mas o Botafogo foi valente.

BAIXAS

- Estávamos com um time alternativo. Não coloco a culpa no entrosamento, mas sim na situação física. É difícil suportar 90 minutos em um campo pesado. Já tinha algumas substituições programadas por questões físicas. Ai você perde o Leandrinho por lesão e o Fernandes por um lance de azar. Muda tudo. A gente quer vencer, mas também queremos preservar alguns atletas.

LADO POSITIVO

- Consegui ver, mas a gente guarda algumas situações. Umas se confirmaram negativamente e outras positivamente. Não que a gente faça o Brasileiro de teste. É uma competição super difícil. Viemos com o time completo ano passado e perdemos.

JEFFERSON

- Estamos superbem servidos e ajuda muito a vida do treinador você ter grandes jogadores nas posições. No gol não é surpresa para ninguém.

SEMIFINAL DA COPA DO BRASIL

- O primeiro jogo foi horrivel. As duas equipes se respeitaram muito. Agora é o último e a expectativa é que será um jogo melhor. Aquele que for decisivo no terço final levará a classificação.

BOTAFOGO TODO DE PRETO CONTRA O RACISMO

- Estamos em 2017 e ainda acontece essa situação. Lutamos pela paz, por menos preconceito e acho que vai mudar. As crianças já estão em uma nova formação.

Assessoria de Imprensa