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Estreitando relações

Pensando no futuro, base alvinegra recebe os responsáveis pelo futsal em Caio Martins
Atualizado em 13-05-2017, 21:50

As categorias de base do Glorioso seguem trabalhando a todo vapor para alcançar a excelência no processo de formação de jovens talentos. Para esse resultado acontecer, é preciso pensar em cada detalhe e amarrar todos os pontos que se relacionam.

De olho nisso e sabendo da importância que o futsal exerce no aprendizado, o Alvinegro promoveu um encontro com os responsáveis pelo futebol de salão do clube em Caio Martins para discutir ideias, estreitar relações e fortalecer ainda mais o trabalho realizado na base alvinegra.

Juntamente com coordenador técnico alvinegro Tiano, o também coordenador Ricardo Perlingeiro dá suporte ao projeto e ajuda na transição dos meninos do salão para o campo. Trabalhando em conjunto, Roberto Ponte e Marcelo Salin são os nomes responsáveis por cuidar do futsal do clube.   

- A gente está estreitando relações. A gente vê que o futsal, dentro da história do esporte brasileiro, é muito importante. Sabemos que atletas oriundos do futsal possuem uma qualidade técnica interessante para podermos elevar ainda mais dentro das nossas categorias de formação. Estamos contentes e confiantes que estamos melhorando cada vez mais o nosso trabalho. - contou Ricardo.

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Com o apoio do Gerente Geral Bruno Lazaroni, Ricardo também possui a contribuição do coordenador do departamento de captação Victor Aurélio para a seleção dos meninos, que poderão incorporar as categorias de campo do Botafogo. O coordenador explica o cuidadoso e oportunizador processo que é praticado na transição desses jovens. 

- Os critérios que avaliamos são: o bom relacionamento com a bola, o raciocínio cognitivo, além do comportamento e da postura que a gente exige para que ingressem em nossas categorias. Essa transição é feita gradualmente. Os meninos são escolhidos pelo Futsal e passam um período adaptação com a gente e caso o atleta transmita as caractéristicas necessárias, ele fica com o grupo. Caso contrario, ele volta ao futebol de salão, onde continuamos monitorando. É uma forma de dar a oportunidade para todos. Isso é feito até os 13 anos de idade, a partir dos 14 anos eles ficam exclusivamente no campo. - explicou.

Fabio de Paula