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Sheik alvinegro

Atacante Emerson é apresentado oficialmente e destaca espírito vencedor
Atualizado em 17-04-2014, 15:11

Emerson Sheik é do Botafogo e foi apresentado oficialmente nesta quinta-feira, em entrevista coletiva concedida no Stadium Rio. Campeão por onde passou, o atacante chega por empréstimo até o final do ano para a disputa do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil. Vestido com a gloriosa camisa 7 alvinegra, Emerson foi recebido pelo Gerente Técnico Sidnei Loureiro.

"É um prazer e uma honra para o Botafogo está recebendo o Emerson. Nós temos certeza que a mística dessa camisa vai abençoá-lo para repetir o que ele fez em outros clubes", disse Loureiro.

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Sorridente e à vontade diante de uma sala de imprensa lotada, Emerson Sheik falou sobre o novo desafio na carreira e a honra de vestir a camisa do Botafogo. Confira os principais trechos da entrevista coletiva:

"Quando eu decidi sair do Corinthians apareceram algumas equipes afim de me contratar, e uma delas foi o Botafogo. O projeto e a proposta foram bem tentadoras. Sentei com o empresário e entendendo que o projeto do Botafogo para o segundo semestre é tentador e visa títulos, o que sempre conquistei na minha carreira. Chego no clube grande como o Botafogo e certamente a ideia é ganhar títulos e vencer", falou Emerson.

OBJETIVO NO BOTAFOGO

"Eu não venho para jogar cinquenta por cento. Venho para jogar cem por cento e todos sabem que o futebol é coletivo. Precisamos de um grupo para brigar e fazer história. Tenho minha parcela de contribuição e vou fazer de tudo para que isso aconteça. Chego com o espírito de conquistar contando com a ajuda de todos que estão aqui. O Botafogo é um desafio a mais na minha vida e não vim aqui para brincar. Quero ser diferente e vou ter uma cobrança diferente por tudo que fiz na minha carreira".

ESTREIA

"Gostaria muito de jogar contra o São Paulo. Inclusive, se me chamasse, eu jogaria. Mas não podemos queimar etapas e não acredito que neste domingo eu possa estar em campo. Tenho certeza que trabalharemos durante a semana e espero poder jogar na segunda rodada contra o Internacional".

A MÍSTICA DA CAMISA 7

"Para quem conhece um pouco de futebol e conhece a história do Botafogo, sabe o quanto isso representa. A camisa 7 do Botafogo representa a 10 de grandes jogadores. É uma honra estar recebendo essa camisa. Não sei se vou conseguir repetir o que eles fizeram aqui, mas enquanto estiver no clube terei muita vontade e garra para honrar essa camisa".

MOTIVAÇÃO NA CARREIRA


"Futebol é o que eu gosto de fazer e amo. É o que durante toda a minha vida sustentou a minha familia, pessoas próximas e a comunidade. É o que me motiva, me deixa feliz. Enquanto eu achar que estou rendendo vou continuar. Tenho uma vida estabilizada por tudo que eu fiz no futebol, mas enquanto eu jogar darei meu máximo".

SUPERSTIÇÃO

"Trabalho para caramba e me dedico no que eu faço. Não posso abrir mão de tudo isso e dizer que sou iluminado. Acredito no trabalho honeste e que Deus esteja olhando para mim. A sorte pode até acompanhar de alguma maneira, mas eu acredito no trabalho.

RETORNO AO RIO DE JANEIRO

"Eu sou carioca e todo mundo sabe disso. Tenho a vida inteira para aproveitar o Rio de Janeiro, a praia. Por enquanto não, minha decisão de voltar ao Rio foi inteiramente profissional. Sempre fui um pai muito presente mesmo morando em São Paulo, então a decisão de voltar foi porque acreditei no que me foi passado para jogar no Botafogo".

LIBERTADORES


"Lógico que eu gostaria muito de estar disputando uma libertadores pelo Botafogo. Ali se separaram os meninos dos adultos e é uma competição que tem jogos de caráter importante e diferente. Acompanhei a eliminação e fiquei muito triste. Gostaria muito que estivesse passado de fase, mas faz parte e temos uma nova competição pela frente".

FINANÇAS DO CLUBE


"Eu poderia falar que fui contratado para jogar futebol e não tratar das finanças do clube, mas o que me foi passado é que nos próximos meses a situação vai se acertar. Acredito na direção e sei do carinho que eles sentem pelos atletas".

VAGNER MANCINI

"Estou completamente de acordo com ele e não se faz um time com um jogador. Realmente eu sou mais um dentro de um grupo de trinta atletas. Vou ter que buscar meu espaço sim para poder jogar. Nunca trabalhei com o Mancini, mas amigos meus já trabalharam e sei que é um cara correto. Venho para ajudar e tenho que mostrar que tenho condição de jogar".

VIOLÊNCIA NOS ESTÁDIOS


"Não da para ter ideia como funciona essa relação entre torcida organizada e direção.Vejo que o torcedor tem todo o direito de reclamar no estádio e na porta do centro de treinamento também, Mas quando passa para a violência é caso de polícia. Passou disso pode chamar a polícia que é coisa de bandido e não de torcedores".

Confira a galeria de fotos da apresentação de Emerson Sheik no Botafogo nas imagens da SS/Press!



Marcos Silva