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Para garantir a vaga

Hungaro elege torcida como craque da Libertadores e cobra máximo do time por vitória
Atualizado em 01-04-2014, 12h40

Na penúltima rodada da fase de grupos da Copa Bridgestone Libertadores, o Botafogo entra em campo contra a Unión Española, nesta quarta-feira, às 19h45, no Maracanã, a uma vitória de sacramentar a classificação na primeira posição. A chance é enxergada com bons olhos pelo técnico Eduardo Hungaro, que preparou o time durante a semana para uma boa atuação, a fim de superar um rival complicado.

"Se chegamos em uma situação muito boa para definir a classificação, é fruto do que os jogadores realizaram. Este jogo é muito importante vencer e definir a classificação. Temos o fator casa, que pesa muito, e uma motivação grande. Mas vamos encarar um grande adversário, invicto, tivemos dificuldades na casa deles. Vai ser um jogo de grande exigência, vamos precisar do nosso maior rendimento para vencer", ressalta.

O treinador confirmou as entradas de Lucas, Bolatti e Henrique nas vagas dos suspensos Edílson, Gabriel e Ferreyra. Porém, lembrou que a estrutura da equipe não sofrerá alterações, em busca da quarta vitória no Maracanã na competição.

"Será um jogo de posse de bola intensa, pelos lados, sem abandonar o corredor central. Quando consegue encaixar característica de jogo, a equipe cresce, se torna dominar e controladora. Tem que ser uma equipe que ocupe espaços, circule a bola, saiba povoar o campo ofensivo e conte com a ajuda da torcida. Ela tem sido muito importante, nos ajudando bastante", destaca.

O papel da torcida é considerado fundamental pelo treinador e por todo o elenco. Fora de casa, sempre há adversidades. No Maracanã, os alvinegros é que podem ser mais um obstáculo para os rivais.

"Vai lotar de novo. A torcida colocou mais de 100 mil nesses três jogos, é o maior público da Libertadores. Se tem um craque nessa competição, é a torcida do Botafogo. Ela sabe a importância que tem. É muito desigual o ambiente dentro das quatro linhas do Maracanã para outros jogos. No Equador, a gente sai na rua com o torcedor adversário tocando na gente. Vai para o vestiário, é chão de cimento, água fria, luz piscando. Vai para o jogo, não tem um metro quadrado liso. Aí o jogador falha tecnicamente, erra cruzamento ou finalização, contestam. Futebol é jogo de precisão, de sintonia fina. Oferecemos essas condições no Maracanã. Onde podemos ser maiores? Botando 50 mil, cantando o tempo todo, apoiando, que o nosso ambiente atropela o deles. A torcida já entendeu isso. É lotar, incendiar e cantar os 90 minutos para fazer diferença", convoca.

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Danilo Santos