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O Futebol do Botafogo 1961-1965

Está à venda a mais nova obra do escritor Carlos Ferreira Vilarinho
Atualizado em 13-06-2016, 16h01

Está à venda a mais nova obra do grande escritor botafoguense Carlos Ferreira Vilarinho, intitulada "O Futebol do Botafogo 1961-1965". O livro está sendo distribuído pela Editora e Distribuidora Mauad e pode ser adquirido nas lojas e sites de todas as grandes livrarias do Brasil como, por exemplo, a Livraria Saraiva. Também pode ser adquirido na tradicional Livraria Folha Seca, na Rua do Ouvidor nº 37. O volume 2 tem 335 páginas (no tamanho 16x23 cm) e custa R$ 49,00.

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Este livro aborda os dramas e as vitórias do Botafogo no período 1961-1965, quando cumpriu intensa atividade, firmando sua condição de base do escrete nacional e uma das maiores forças do futebol mundial. Nesta fase, Paulo Antônio Azeredo e Sergio Darcy prepararam a transferência de comando para Ney Cidade Palmeiro, sem que o Clube se desviasse um milímetro do seu caminho glorioso, permanecendo fiel ao lema botafoguense: amor ao passado, confiança no presente e maiores esperanças no futuro.

Nos anos 1961-1965, o Botafogo conquistou centenas de títulos em treze modalidades esportivas, destacando-se, no futebol, o bicampeonato carioca (1961-1962) e o primeiro lugar no Rio-São Paulo (1962-1964), este último, base para todas as convocações do escrete brasileiro. No exterior, foi campeão do Torneio Pentagonal do México (1962), do Quadrangular de Paris (1963), do Pentagonal de La Paz (1964) e do Torneio de Confraternização Ibero-Americana (1964).

Não se discute a decisiva contribuição do Botafogo para a segunda conquista da Taça Jules Rimet (1962), símbolo da hegemonia mundial do futebol brasileiro. O Botafogo não é um clube qualquer e por ser tão temido e odiado, exige daquele que o segue, um amor também incomum. As novas gerações devem estudar (e velar) o passado do Clube para fazer respeitado o seu nome glorioso, agora e no futuro, e melhor defendê-lo, sem repouso, contra quem quer que seja.

Como cantou o poeta Octacílio Gomes, autor da letra do Hino GLORIOSO (com música de Eduardo Souto), obra genuinamente botafoguense. Recordar (e redescobrir) o Botafogo, repelindo tabuletas, complexos e sombras, é o melhor caminho para fortalecer o orgulho de ser botafoguense e organizar forças para a sua glória. O mérito maior deste livro estará na medida do interesse que despertar para a discussão dos problemas abordados, muito mais graves, hoje, do que nos anos 1961-1965.

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Assessoria de Imprensa